top of page
  • Facebook ícone social
  • Twitter
  • Instagram
  • YouTube
  • WhatsApp-icon
1.png

Nascido em Frederico Westphalen (RS), Nilto Tatto migrou ainda criança para Corbélia (PR), onde viveu até a adolescência, ajudando a família em uma pequena propriedade rural.

​Em 1978, com 14 anos de idade, mudou-se com a família para a Capela do Socorro, bairro periférico da zona Sul de São Paulo, onde ingressou na Pastoral da Juventude por meio das Comunidades Eclesiais de Base, o berço de sua atuação nos movimentos sociais.

​A intensidade de sua atuação social aproximou Tatto das lutas sindicais do final dos anos 1970 e início da década de 1980, levando-o a ingressar no Partido dos Trabalhadores (PT), onde se transformou numa das principais referências na área socioambiental.

​

Nilto foi líder estudantil nos anos 1980, período em que cursou Estudos Sociais, Lecionou na rede pública e se especializou em Administração para Organizações Não Governamentais na Fundação Getúlio Vargas (FGV). Entre 1983 e 1994, administrou o Centro Ecumênico de Documentação e Informação (CEDI), instituição que assessorava o movimento de trabalhadores do campo, operário, indígena e de educação popular.

No Cedi atuou na capacitação administrativa para o Conselho Nacional dos Seringueiros em Rio Branco (AC), na época liderado por Chico Mendes, e para a União das Nações Indígenas em São Paulo, liderada por Ailton Krenak.

​

Em 1987 ajudou a fundar a Espaço de Formação Assessoria e Documentação, organização da sociedade civil localizada no bairro Cidade Dutra, com atuação na área de educação e meio ambiente. Na Espaço, atuou até 1994 como voluntário e assessorou diversos movimentos sociais, com destaque para o Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (Mova-SP), ajudando a implementar vários núcleos de alfabetização na zona Sul de São Paulo. Articulou também diversas iniciativas em defesa dos mananciais de São Paulo.
 

Com o encerramento das atividades do CEDI, em 1994, participou da fundação do Instituto Socioambiental (ISA), do qual foi secretário executivo a partir de 1999. Também coordenou ações e projetos de assessoria e capacitação em gestão administrativa para diversas organizações indígenas como a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn), a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), e a Associação Terra Indígena do Xingu (Atix).

​

Entre 1999 e 2001, coordenou o Projeto de Manejo Florestal Xikrin do Cateté desenvolvido pelo ISA com os índios Xicrin do Cateté, no município de Paraupebas (PA), tendo sido o primeiro projeto de manejo florestal em Terra Indígena no Brasil.

Em 2004, passou a coordenar o Programa Vale do Ribeira do ISA – cargo que ocupou até março de 2014. Nilto Tatto enfrentou o desafio de dar visibilidade à luta das comunidades quilombolas e de articular a implantação de políticas voltadas à manutenção da rica diversidade da região com o menor IDH do Estado.

​

Em 2009, Nilto Tatto recebeu o Prêmio Dorothy Stang de Direitos Humanos na categoria humanidade por sua atuação em projetos de alternativas econômicas sustentáveis e geração de renda junto às comunidades quilombolas no Vale do Ribeira.
Ao longo de sua trajetória, ministrou palestras em diversas partes do Brasil, na Europa, África, América Central e Estados Unidos, tendo também, atuado junto a comunidades tradicionais de Angola. Este conjunto de experiências junto à sociedade civil é que nos assegura que Nilto Tatto continuará contribuindo na Câmara dos Deputados na direção de um Brasil mais justo e sustentável.
 
Em 2014 Nilto Tatto foi eleito deputado federal com 101.196 votos. 

​

Como Deputado Federal em 2014, esteve na resistência contra o golpe disfarçado de impeachment em 2016. Votou a favor das investigações sobre Michel Temer e outros corruptos que se instalaram no poder. Nilto defendeu os direitos da classe trabalhadora, votando contra o desmonte da CLT e o congelamento dos investimentos públicos. 

Em 2017, foi presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara Federal. Como relator, recomendou o arquivamento do Projeto de Lei 6268/2016 (conhecido como PL da caça), que pretende liberar a caça e a comercialização de animais silvestres no Brasil, além de flexibilizar a posse de armas em áreas rurais. Integrou a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) Incra/Funai, sendo voz ativa em defesa da reforma agrária, dos trabalhadores sem terra e dos povos tradicionais como indígenas, quilombolas, ribeirinhos e caiçaras.

​

Em 2018, foi reeleito com 124.281 votos.

​

Em 2019, foi coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista da Câmara dos Deputados, liderando a resistência ao desmonte ambiental praticado pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e desde 2020 coordena a Frente Parlamentar Mista dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ODS. Foi vice-líder do PT na Câmara.

​

Ao longo de seus três mandatos, atuou como integrante de diversas comissões da Câmara que debateram temas importantes na melhoria de vida da população, nas temáticas de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; Direitos Humanos e Minorias; Ciência, Tecnologia, Comunicações e Informática; Desenvolvimento Urbano; Legislação Participativa; Trabalho, Administração e Serviço Público, Desenvolvimento Econômico, Minas e Energia e uma das mais relevantes do Congresso Nacional, a de Orçamento, oportunidade em que foi relator temático de Meio Ambiente em 2020.

​

Nilto relatou o Projeto de Lei 6670/2016, de iniciativa da sociedade civil, que institui a Política Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pnara). Sempre em diálogo com movimentos e organizações da sociedade civil, atua em temas como a defesa da moradia digna; mobilidade urbana; recursos hídricos; redução de agrotóxicos e estímulo à agroecologia; agricultura familiar; reforma agrária; conservação ambiental, proteção da biodiversidade e defesa animal; garantia de direitos das populações tradicionais; mudanças climáticas e direitos humanos. 

​

Em 2022, foi reeleito para mais um mandato, com 151.861 votos.

 

Participou ativamente da elaboração do programa de governo de Meio Ambiente da candidatura vitoriosa de Lula à Presidência da República. Em 2023 reassumiu a coordenação da Frente Parlamentar Ambientalista e na CPI do MST, foi coordenador da bancada de esquerda no colegiado, liderando a defesa da Reforma Agrária, dos movimentos do campo e contra a criminalização dos que lutam pelos seus direitos.

​

Premiado três vezes entre os melhores parlamentares da categoria “Clima e Sustentabilidade” no Prêmio Congresso em Foco, sendo que em 2023 foi citado como o melhor neste tema incluindo os 513 deputados e 81 senadores. Em 2023, Nilto é citado entre os “100 Cabeças do Congresso” em ranking do Diap que aponta os deputados mais influentes, fato reconhecido no mesmo ano e também em 2024 no ranking Elite Parlamentar da consultoria Arko Advice. Atualmente, Nilto é vice-líder do PT na Câmara dos Deputados e integra as Comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC), Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS), onde é 1º vice-presidente, e Defesa do Consumidor (CDC).

 

Coerente com sua trajetória, Nilto Tatto dedica seus esforços, diariamente, à construção de um Brasil mais justo e sustentável.

LOGO OFICIAL.png

BRASÍLIA - Câmara dos Deputados - Praça dos Três Poderes | Anexo IV / Gab. 502

CEP: 70160-900 | Brasília - DF | Fone: (61) 3215-5502

SÃO PAULO -  Escritório político - Rua Major Sertório, 200 Conj. 402 - Vila Buarque

CEP: 01222-001 | São Paulo - SP |  Fone: 11 3129-7492 

E-mail: dep.niltotatto@camara.leg.br    

bottom of page